Thursday, October 31, 2013

Já cheira a Natal

Já cheira a Natal. A lareira acesa, a pantufas quentinhas, à casinha dos pais, a doces e bolos e chocolates, a estar com a família toda, a casacos apertados, a serão de conversa e licores, a descanso. Se calhar é porque preciso de descaso o_O Eu nem sou destas coisas, mas cheira a Natal....


Friday, October 25, 2013

Hoje estou assim....

A tender para o apaixonada....



Gosto da parte "que é desses filhos todos que ela tinha para me dar"...

Friday, October 18, 2013

Recebi uma mensagem do Oso a dizer que hoje o que precisava era uma chouriça assada e vinho tinto no Bota Alta, comigo e com o Bzinhu. E uma simples frase fez-me viajar para um tempo em que a vida era muito mais simples, onde a idade nos permitia a liberdade e onde os amigos moravam na porta ao lado. Não tendo nada meu, o mundo cabia-me na palma da mão. Os problemas eram dramáticos e levavam quase sempre às lágrimas, à escrita por exaustão e à melancolia como cura. O Bota Alta era um tasco numa esquina mal iluminada numa rua em Évora. Cantava-se o fado, bebia-se tinto da casa e comia-se chouriça assada com pão alentejano. De cada vez que lá íamos, descobríamos um pouco mais daquele paraíso que combinava tão bem com a nossa amizade. Havia um qualquer encanto naquelas noites, a começar na luz tépida das velas que, como dizia o Oso, fazia toda a gente mais bonita. Sussurrávamos as novidades dos sentimentos e ríamos tímidos por ali estarmos. Havia uma magia vivida naquela sala tosca, a começar no som rouco dos fadistas, nos nossos sorrisos luminosos ao ouvi-los e nas lágrimas que por vezes escapavam, tocadas pela letra da música. Também eu queria lá voltar, mesmo a saber que não me ia saber ao mesmo, mas queria pelo prazer de reviver. Não quero voltar para trás, mas apraz-me recordar certas noites feitas de coisas simples na certeza que há memórias que nunca morrem e amigos que nunca estão longe. Adoro-vos muito.

Wednesday, October 16, 2013

Ontem quando cheguei ao carro, pediram-me boleia...


Estava mesmo convencido a ir comigo, tanto que não se levantava! É tudo nosso...

Thursday, October 03, 2013

Um gato ao colo. Um copo de vinho tinto na mão. Um fado alentejano no ouvido. Não preciso de mais nada.
Há coisas que se soubéssemos como iam ser, não as fazíamos. Há fases e alturas que temos que percorrer na ignorância, sem ter a noção do perigo que corremos e do risco que atravessamos ao estarmos ali. É como ir de olhos fechado, só com a luz da vontade e da fé em que vamos conseguir. E consegue-se. Passada essa fase, diga-se, inicial, é como que se o conhecimento fosse nascendo em nós e crescemos à medida da nossa consciência. Pode-se dizer que estamos mais maduros e podemos agora, calmamente olhar para trás e analisar as decisões e escolhas que fizemos, e desta forma se cresce. Estou agora a abrir os olhos e sinto o corpo cansado, mas a mente motivada. É uma contrariedade grande a que tenho em mim, se por um lado a vontade de continuar, de não desistir agora, que já passei pelo mais difícil; por outro a saudade da paz, do descanso, do corpo tranquilo e da mente despreocupada. E cada vez mais a noção de que a vida é isto mesmo, um misto agridoce de contrariedades que nos motivam, e o que nos motiva faz-nos crescer, faz-nos descobrir novas capacidades, novas pessoas dentro de nós. E isso é bom, desde que não se perca o sentido do que é realmente importante: a saúde, a família e os amigos. Prometo que vou ter sempre tempo. Prometo. É importante saber quando temos que parar, é importante ver os nossos limites ao longe, para que possamos escolher parar antes, sermos nós a parar. Mas para isso é preciso conhecê-los. Eu ainda não os vi e ainda não decidi se vou parar ou não. Para já, não.

Wednesday, October 02, 2013

Eu (acho que) vou!

Eu acho que vou aqui! Com sorte vamos todos, o Gui e tudo, o seu primeiro concerto sentado aos dois anos e meio, que nível! Em família era melhor. Em família é sempre melhor. Pode ser que ele cante a Gotinha de água ou mesmo o Meu Alentejo e aí seria o auge do coração apertadinho e da lagriminha no canto do olho. Há um pedacinho do Alentejo que vem a Albergaria-a-Velha e eu vou lá vê-lo.

Aqui vos deixo uma gotinha daquilo que ele é capaz:



P.S. Não é pedacinho no sentido "ordinarão" da coisa, que o senhor nem é desses. Só para ficar claro.

Está oficialmente aberta a época do espalhanço!

Não se retraiam, espalhem-se à vontade! Botinhas novas, chão molhado, estão reunidas as condições, podem começar! Eu este ano ainda não me estreei, devo estar à espera do Carnaval, para ser em grande, em festa! Desejo pré-ano-novo: não torcer um pé este ano. Vamos lá, eu sou capaz!