Tuesday, March 13, 2012

Pão....a vapor


Uma das coisas que ainda não tinha experimentado na amiga Bimbocas, era fazer pão. Já tinha lido umas receitas para fazer pão a vapor, mas nunca me tinha dado para experimentar fazer. Ontem foi o dia. Como o jantar foram uns wraps improvisados - outra experiência - sobrou tempo para o pão. São 45 minutos ao vapor e o aspecto é este:



Parece que está "lambusado" - é a palavra certa - com aquele molho doce, como alguns croissants têm, mas não está. O aspecto brilhante é da humidade, já que o pão é cozinho ao vapor. Por dentro fica com um aspecto mais de pão:


Fica saboroso e com as passas ainda se come melhor! Só fica com uma textura um bocadinho "aborrachada"....enfim, nada que se compare ao pão que a mamã faz, mas para desenrascar, não está nada mau!




Realmente....não sei o que me deu para escrever este post....mas achei que pão ao vapor era uma cena inovadora, pelo menos para mim!

Monday, March 12, 2012

Ser ou não ser....


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Ele - Pai, eu sou lisboeta?
O pai - Não filho, tu nasceste em Lisboa, sim, mas sempre viveste em Grândola....
Ele - Ah, mas isso não existe!
O pai - O quê?
Ele - Grandoleta!!
(risos!!)
Eu - Não,  tu és Grandolense!
Ele - Não Madrinha, isso é um clube de futebol!!
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:)

Friday, March 09, 2012

Está oficialmente aberta a época da Bici!

Abriu esta semana a época da bici, pelo que fechou a época da elíptica, não se pode ter tudo! 
Custa um bocadinho ao arranque, até porque o comodismo puxa para o banco do carro, sem vento nem esforço, mas impera o "tem que ser", que como diz o povo, tem muita força! É só mesmo a primeira vez que custa e quando vou a meio da descida, o vento frio na cara faz-me lembrar porque gosto tanto de trocar o carro pela bicicleta. Gosto de sentir o vento com as diferentes intensidades e temperaturas em instantes tão próximos que se não fosse tão frio, não notava a temperatura a mudar. São como correntes de ar instantâneas que me fazem arrepiar e no segundo a seguir já não se sentem. Gosto daquele pequeno momento em que não se ouvem os carros que ficaram parados lá atrás no semáforo vermelho, em que se ouve apenas o meu pedalar e o canto dos pássaros que já anunciam a Primavera. Nesse momento, ainda que pequeno, cabe ainda a sombra das árvores nuas no chão e o verde que me acompanha à direita e me trás uma sensação de Verão, como o sol que me aquece as pernas. Gosto de andar assim, pela rua com os sentidos despertos.

Thursday, March 08, 2012

Descubra a piada fácil


Numa apresentação na empresa:

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Olá o meu nome é Cláudio Rego e já estou há muitos anos na empresa e por isso já todos me devem conhecer, mais que não seja pela cara (....)
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A piadinha fácil qual é?? É que o senhor não pode dizer na mesma frase que se chama Rego e que as pessoas o conhecem pela cara....pois claro!!! Mais que não seja conhecem-no pelo Rego :D eheheheehe Piadinha fácil, mas não resisti a fazê-la! Não, não foi em voz alta, foi só assim para os que estavam mais próximos :D

O mundo

A Google está para o mundo virtual como a Ikea está para o mundo real. Tenho dito.

Friday, March 02, 2012

:)



Não sei como é que andei tanto tempo sem conhecer este felpudooooooo!!!! Gostoooo!!!! :D

Thursday, March 01, 2012

As pessoas

As pessoas não mudam, é um frase batida e para muitos uma verdade inegável.

As pessoas não mudam, crescem, amadurecem, envelhecem, criam novas opiniões, descuidam velhas, vivenciam novas experiências, aprendem coisas novas, ouvem, pensam, reflectem sobre o que lhes é dito. As pessoas não mudam, sofrem, choram, perdem dias, coleccionam traumas, ganham rugas e marcas na alma que passam a fazer parte delas. As pessoas não mudam, apenas se transformam todos os dias, um pouco de cada vez, muito subliminarmente, de forma a que nem elas próprias saibam. As pessoas não mudam, mas não são as mesmas ao fim de dez, vinte, trinta, quarenta anos. As pessoas que não mudam são aquelas que têm que aprender da forma mais difícil que deveriam ter mudado, que é preciso mudar, pensar e compreender que o dia de hoje não é igual ao de ontem e não será igual ao de amanhã e que por isso não podemos continuar a vivê-los todos da mesma forma, como se nada tivesse mudado à nossa volta. As pessoas que não mudam são aquelas que vivem mais acorrentadas, mais dependentes do passado e que já se não lembram porquê. As pessoas que não mudam são as que mais precisam de mudar, porque entretanto não são as mesmas e não intervieram na sua própria mudança. Estas pessoas, são desconhecidos que habitam um conhecido corpo que pensam ser suficiente. A estas pessoas falta-lhes o mais importante: a consciência.


As pessoas mudam e nós podemos ajudar essa mudança. Desistir de acreditar, é desistir de viver.