Friday, July 29, 2011

É assim




Gira, ahn?? :)

O meu primeiro furo

Algum dia havia de ser! E mesmo assim, ainda se passou um ano....ou perto disso. Podia ser muito aparatoso, mas não foi :) Foi um furinho muito discreto e simpático, já que foi deixando passar o ar de forma muito vagarosa, para que me pudesse aperceber a tempo e remendar o pneu. Claro que eu não o remendei a tempo e quando saí do trabalho tinha a roda bem vaziazinha. Isso de fazer as coisas a tempo nunca foi muito comigo :S Mas prevenida sou, até porque o meu Pai sempre me disse:

O seguro morreu de velho; mas a prudência, ainda foi ao enterro do seguro.

Portanto, tinha uma bomba nos alforges, sim senhores! Não são só para carregar as compras :) E pronto, deu para chegar a casa; mais que isso não, e foi com muito cuidado. Pelo caminho lembrava o alguidar com água e o meu pai com muita paciência, a mergulhar cada centímetro da câmara-de-ar, a apertar à espera que as bolhinhas de ar gritassem "É aqui o furo!". Depois colava-se um remendo preto, com um rematezinho laranja e passava-se toda a câmara-de-ar - depois de seca ao ar - com pó-de-talco, para absorver bem a humidade e não estragar a borracha :D Não sei se era exactamente isto, mas é do que me lembro. Se eu tivesse remendado a minha bicicleta, para além de escrever com mais certeza e detalhe, significava que estava descontraída e com tempo livre para ir comprar remendos e câmaras-de-ar. Talvez para o próximo ano. :)

Wednesday, July 27, 2011

Homem pequenino

Homem pequenino: ou velhaco ou dançarino.

Pelos que tenho conhecido, confirma-se....não dançam grande coisa. E mais, ainda não os vi dançar.

O Casamento e a futilidade

Andam de  mãos dadas nos dias que correm. Casa-se porque sim: Elas porque querem muito um dia bonito, como nos contos de fadas; eles, porque elas querem - e também porque dá muito trabalho procurar um motivo para dizer não. Casa-se pela Igreja porque é bonito, porque a mãe ou a avó queriam muito e por isso não há missa nessa cerimónia, há só a celebração do casamento e pede-se para que seja uma coisinha rápida. Normalmente também se queixam que é muito caro casar pela Igreja e dizem que "depois admiram-se de não apanharem lá ninguém" sem se lembrarem que eles é quiseram casar pela Igreja, não foi a Igreja que os quis casar a eles. E mais, ter que ser baptizado (agora crismado também!)....que chatice, "depois claro, as pessoas afastam-se!". É para estas pessoas que escrevo hoje, para aquelas que "só não vão à missa porque não têm tempo" - não é por mais nada! Ser Cristão, como outras coisas importantes hoje em dia, dá trabalho, muito trabalho. Exige de nós, todos os dias, compromete-nos a cada passo na nossa vida e transforma-nos em cada batalha. Ser Cristão não é ir à missa todos os dias, não fica dentro da Igreja, da mesma forma que a celebração do casamento não termina na Igreja, depois da foto de grupo.
Este fim-de-semana aprendi muita coisa sobre o casamento religioso. Falou-se do compromisso que se assume para com a outra pessoa, um compromisso de amor, de fidelidade, de espiritualidade, afectividade, do entregar a nossa vida ao outro, à semelhança de Cristo. Falou-se de sexualidade, porque ela faz parte do matrimónio. Falou-se de saber perdoar, de saber viver com a outra pessoa, como ela é, e não como a imaginamos ou queriamos muito que fosse. O casamento é este desafio de "amar sem medida", de amar sem olhar a mais nada, de braços abertos. Parece fácil, mas não é. Nada! É um desafio diário, que se constrói, mais do que a cada dia, a cada pequena mudança, a cada nova situação. Não me venham falar de rotina, de monotonia quando somos dois seres tão diferentes, a procurar coisas tão iguais. Não pode haver monotonia num amor feito de contrários, de géneros, vontades, desejos, medos diferentes.
Como em tudo na nossa vida, a nossa relação com a outra pessoa, é aquilo que fazemos dela: mais ou menos verdadeira, mais ou menos intensa, tudo depende de nós.

Friday, July 22, 2011

Wednesday, July 13, 2011

Depressa e bem, não há quem.

ou

Depressa e bem, não faz ninguém.


É uma grande verdade.

Monday, July 11, 2011

"Só se consegue perdoar na proporção em que se ama".
                                                                       La Rochefoucauld
Ora vamos lá relembrar: os ciclistas têm prioridade nas rotundas, antes não tinham, mas agora, actualmente, têm. Portanto, vamos lá a ter calminha, sim?? Obrigadinhaaasssss.