Não sei como é que andei tanto tempo sem conhecer este felpudooooooo!!!! Gostoooo!!!! :D
Quero D!zer-te.....
Friday, March 02, 2012
Thursday, March 01, 2012
As pessoas
As pessoas não mudam, é um frase batida e para muitos uma verdade inegável.
As pessoas não mudam, crescem, amadurecem, envelhecem, criam novas opiniões, descuidam velhas, vivenciam novas experiências, aprendem coisas novas, ouvem, pensam, reflectem sobre o que lhes é dito. As pessoas não mudam, sofrem, choram, perdem dias, coleccionam traumas, ganham rugas e marcas na alma que passam a fazer parte delas. As pessoas não mudam, apenas se transformam todos os dias, um pouco de cada vez, muito subliminarmente, de forma a que nem elas próprias saibam. As pessoas não mudam, mas não são as mesmas ao fim de dez, vinte, trinta, quarenta anos. As pessoas que não mudam são aquelas que têm que aprender da forma mais difícil que deveriam ter mudado, que é preciso mudar, pensar e compreender que o dia de hoje não é igual ao de ontem e não será igual ao de amanhã e que por isso não podemos continuar a vivê-los todos da mesma forma, como se nada tivesse mudado à nossa volta. As pessoas que não mudam são aquelas que vivem mais acorrentadas, mais dependentes do passado e que já se não lembram porquê. As pessoas que não mudam são as que mais precisam de mudar, porque entretanto não são as mesmas e não intervieram na sua própria mudança. Estas pessoas, são desconhecidos que habitam um conhecido corpo que pensam ser suficiente. A estas pessoas falta-lhes o mais importante: a consciência.
As pessoas mudam e nós podemos ajudar essa mudança. Desistir de acreditar, é desistir de viver.
As pessoas não mudam, crescem, amadurecem, envelhecem, criam novas opiniões, descuidam velhas, vivenciam novas experiências, aprendem coisas novas, ouvem, pensam, reflectem sobre o que lhes é dito. As pessoas não mudam, sofrem, choram, perdem dias, coleccionam traumas, ganham rugas e marcas na alma que passam a fazer parte delas. As pessoas não mudam, apenas se transformam todos os dias, um pouco de cada vez, muito subliminarmente, de forma a que nem elas próprias saibam. As pessoas não mudam, mas não são as mesmas ao fim de dez, vinte, trinta, quarenta anos. As pessoas que não mudam são aquelas que têm que aprender da forma mais difícil que deveriam ter mudado, que é preciso mudar, pensar e compreender que o dia de hoje não é igual ao de ontem e não será igual ao de amanhã e que por isso não podemos continuar a vivê-los todos da mesma forma, como se nada tivesse mudado à nossa volta. As pessoas que não mudam são aquelas que vivem mais acorrentadas, mais dependentes do passado e que já se não lembram porquê. As pessoas que não mudam são as que mais precisam de mudar, porque entretanto não são as mesmas e não intervieram na sua própria mudança. Estas pessoas, são desconhecidos que habitam um conhecido corpo que pensam ser suficiente. A estas pessoas falta-lhes o mais importante: a consciência.
As pessoas mudam e nós podemos ajudar essa mudança. Desistir de acreditar, é desistir de viver.
Diz-se sobre
Coisinhas do coração,
Opiniões Fortezinhas
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Wednesday, February 29, 2012
O pássaro, o ferro e o terraço
Há dias, depois da "corrida" matinal na elíptica, e como o tempo já começa a apetecer, fui fazer os alongamentos ao terraço aberto, como já fazia há alguns dias. Quando inspiro profundamente a primeira lufada de ar frio que me enche o peito e me ilumina a manhã, vejo um pássaro gordo, preto, no chão, de patas, literalmente, para o ar. Pensei como era triste encontrar a morte tão cedo no meu dia e pensei a seguir que não ia mais pensar sobre isso, que aquilo era uma tarefa para o esposo, que também tem que fazer qualquer coisinha! O que não reparei com tantos pensamentos, foi no ferro que estava por baixo do pássaro e que na noite anterior não estava no chão, mas de pé, encostado à parede. O marido reparou nisso, porque é muito observador e menos "pensador", ia lá pensar na morte do pássaro (!!), foi mais pragmático e ficou a pensar como é que o pássaro ali tinha ido parar. Eu pensei que fosse morte súbita, afinal, afecta cada vez mais seres vivos!! E como já não estranho os animais que nos entram no terraço, só fiquei mesmo (mais uma vez) a pensar que, agora que vedámos o acesso pelo muro, eles vinham pelo ar, só para poderem entrar no nosso terraço!!! Eu juro que nós não temos lá nada de apelativo.....só estava mesmo a roupa estendida! Afinal parece que o que deu no pássaro foi um "ferro súbito", mas ainda assim, que má sorte a dele de, ou levar com o ferro quando ele ia a cair ou lhe acertar em cheio durante o voo. A minha teoria da morte súbita era muito mais simples e não dava azos a tantas hipóteses remotas. Só espero que não tenha deixado filhos...paz às suas penas.
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São coisas que acontecem...
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Monday, February 27, 2012
O país e a cidade, por definição
"
- E então, vieram até Almada?
- Sim, o meu irmão faz anos hoje e viemos jantar com ele, aproveitámos e passámos aqui.
- Ah o teu irmão está em Almada?
- Não, está ali em Sintra...
- Então passam cá o fim-de-semana, muito bem!
- Não viemos jantar e depois voltamos para casa.
- Hoje?? Ah pois é, para vocês a cidade é o país, já não me lembrava....!
"
Gostei da descrição, ficaram-me na memória as palavras...
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São coisas que acontecem...
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Friday, February 24, 2012
E já lá vai um ano....
É assim que as pessoas envelhecem, é mesmo com o passar do tempo, ou com o correr do tempo! (Anda a correrm o gaijo!!!) Já se passou um ano desde que o Gui nasceu, o gostosinho! Parece que foi ontem que estávamos todos no hospital, a pegar-lhe com muito cuidado, a sussurar-lhe como era bonito e perfeitinho. Hoje já ali estava, todo gordinho e despachado, a comer esparguete com as mãos e a gritar muito com a mãe porque não o deixava javardar no prato à vontade!! O tempo passa depressa realmente. Enquanto o irmão faz um ano, o pré-adolescente aprende a dizer asneiras e grita-as em voz alta no jardim a brincar com os amigos. O tempo passa depressa e é bom ter noção de que ele passou, para todos.
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E recordar é viver..... :D,
O Afilhado,
O sobrinho
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Humor negro aos oito anos
O avô do R., o melhor amigo lá da escola, morreu de propósito. "Morrer de propóóóóóósito Pai????" Perguntava muito admirado como quem se questionava sobre tamanha barbaridade, "Mas quem é que morre de propósito????", perguntava igualmente admirado. O pai explicou-lhe calmamente que às vezes as pessoas ficam muito, muito doentes, que ninguém repara, começam a andar muito tristes, sem conversar com ninguém, sem querer falar com os amigos e que depois ficam muito, muito doentes e que começam a pensar que morrer de propósito é a única solução, mesmo não sendo. Explicou-lhe ainda que por isso era muito importante conversar com os amigos e com os pais quando nos sentimo tristes. Ele ouviu tudo muito atento, com os olhos muito abertos de admiração, como quem não crê no que ouve e ficou no seu silêncio a compreender o que o pai lhe explicara. Passado algum tempo, já disperso da estranheza que a situação lhe causara, exclama:
- "Aaaaaahhh pois, mas olha, o R, não levou trabalhos para casa....sortudo!!!!!"
E é assim, aos oito anos ainda sobra espaço para tamanha inocência, onde os trabalhos para casa são a pior coisa que nos pode acontecer, muito pior que morrer de propósito!
- "Aaaaaahhh pois, mas olha, o R, não levou trabalhos para casa....sortudo!!!!!"
E é assim, aos oito anos ainda sobra espaço para tamanha inocência, onde os trabalhos para casa são a pior coisa que nos pode acontecer, muito pior que morrer de propósito!
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O Afilhado
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Afinal parece que não....
Afinal parece que não consigo mesmo estar calada. E ao fim de um ano de estar noutra equipa, noutro projecto a trabalhar com outras pessoas.....não estava feliz. Há uns meses atrás surgiu a possibilidade de voltar à posição antiga, na altura não ponderei muito, achava que não fazia sentido voltar a um projecto que tinha os dias contados, no entanto, onde estava, a vontade de mudar não era muita, não era muita a vontade de fazer melhor, de fazer diferente para ver se era melhor, porque fazer diferente acarreta riscos e nem todos estão dispostos a corrê-los. A verdade é que se não experimentarmos não vamos saber se é melhor ou não. Eu não sou assim, não sou de me acomodar nem de não experimentar porque "não há tempo" ou "porque não" ou "porque o risco é muito alto". Eu não sou assim e não consegui guardar este meu feitio muito tempo cá dentro, começou a incomodar-me de tal forma que tive que parar para ponderar, para decidir. Não só com a cabeça, mas também com o coração, com a noção de que tenho que estar onde me deixarem ser eu própria, gritar quando tiver que ser e respirar fundo quando for preciso. Hoje foi anunciada a minha decisão. Espero que seja boa, porque se não for, também vou ser eu que vou cá estar para a receber. É tudo uma questão de perspectiva e quem nunca teve outra não pode compreender. Eu decidi arriscar, a longo prazo pode ser bom, a curto vai ser trabalhoso e pode até chegar a ser desesperante, mas a mim ninguém me disse que a vida ia ser fácil :) E enquanto puder dar a minha opinião, lutar para fazer melhor, para sermos melhores, eu não vou parar. Venham de lá esses indis que eu não tenho medo de ninguém!! :)
Dia 16 de Março lá estaremos.
Dia 16 de Março lá estaremos.
Diz-se sobre
Opiniões,
São coisas que acontecem...
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Paragem
Há mais de um mês que não escrevo no blogue. Pelo histórico, nunca antes tinha acontecido. E é muitas vezes assim que vejo o blogue, como um histórico da minha vida, acabo por cá vir deixar os bons e maus momentos, os mais marcantes e os mais insignificantes e banais, de uma perspectiva mais geek, posso dizer que é o meu reportório de dados, o SVN da minha vida :) - se calhar foi geek demais...
Tenho andado ocupada, o que é bom. 2012 avizinha-se como um ano de experiências, de desafios e de novas oportunidades. E como não fiz o post de balanço habitual de ano novo/ano velho, posso deixar aqui um parágrafo em ar de balanço. 2011 começou com uma grande mudança profissional, ali a mais de meio com uma mudança de estado civil e terminou com a comemoração surpresa dos 40 anos de matrimónio dos papás. É verdade, já lá vão 40! E se agora eles não desconfiaram de nada, muito menos à quarenta anos desconfiavam que os filhos, as noras e o genro lhe haviam de preparar uma festa surpresa, com trinta e cinco pessoas numa sala a ouvir a Ternura dos Quarenta em loop, e todos a aplaudir muito, de pé, com orgulho de ali estar, a comemorar e a presenciar o fruto de quarenta anos de uma família bem sucedida. A festa seguiu em ar de "choradeira" emocional, não dando para outra coisa com o vídeo que lhe preparámos em ar de "retrospectiva"; a começar no namoro, seguido do casamento, o nascimento do primeiro, segundo e o "descuido" do terceiro filho; seguiram-se muitas fotos, muitos momentos ternurentos, alegres, vitoriosos, felizes, plenos da coragem própria de quem vive com os sentimentos à flor da pele, desprovidos de disfarçes ou de falsos moralismos. Seguiram-se vídeos de antigamente, a velha carrinha artilhada com a cama, a mesa, as alcofas, as merendas, as malas e tudo e todos que lá coubessem; os primos, pequenos e desdentádos; os irmãos, agora tios, outrora novos e com cabelo. Não podia faltar o bolo, réplica do original que cortaram em grande festa e terminaram com brinde, de braço cruzado como há 40 anos atrás. Uma data assim não se podia deixar passar em branco, orgulho-me não só de pertencer a esta família, como de ter ajudado a proporcionar aquela noite de memórias, orgulhos e saudades. O Oso tem razão, eu tenho muita sorte porque tenho uma família normal. Não é normal, porque nenhuma é, apenas é normal no seu conceito de normalidade, com as suas virtudes e os seus defeitos, como todas. Mas é sem dúvida consciente, verdadeira no sentimento e conceito de família e unida por aqui ter chegado em conjunto. Sim, é verdade, tenho muita sorte. Como diz o Paizinho: "a gente emociona-se e depois chora..."
Os meu pais são os melhores do mundo. E eu sei que todos dizem isto, mas eu posso mesmo dizê-lo confiante, porque eles são os melhores do mundo não só para nós, mas para todos e isso sim, faz a diferença.
2011 não foi só isto, mas terminou em festa, em família e isso já fez com que 2012 chegasse mais quentinho e aconchegado. E aqui estamos.
Tenho andado ocupada, o que é bom. 2012 avizinha-se como um ano de experiências, de desafios e de novas oportunidades. E como não fiz o post de balanço habitual de ano novo/ano velho, posso deixar aqui um parágrafo em ar de balanço. 2011 começou com uma grande mudança profissional, ali a mais de meio com uma mudança de estado civil e terminou com a comemoração surpresa dos 40 anos de matrimónio dos papás. É verdade, já lá vão 40! E se agora eles não desconfiaram de nada, muito menos à quarenta anos desconfiavam que os filhos, as noras e o genro lhe haviam de preparar uma festa surpresa, com trinta e cinco pessoas numa sala a ouvir a Ternura dos Quarenta em loop, e todos a aplaudir muito, de pé, com orgulho de ali estar, a comemorar e a presenciar o fruto de quarenta anos de uma família bem sucedida. A festa seguiu em ar de "choradeira" emocional, não dando para outra coisa com o vídeo que lhe preparámos em ar de "retrospectiva"; a começar no namoro, seguido do casamento, o nascimento do primeiro, segundo e o "descuido" do terceiro filho; seguiram-se muitas fotos, muitos momentos ternurentos, alegres, vitoriosos, felizes, plenos da coragem própria de quem vive com os sentimentos à flor da pele, desprovidos de disfarçes ou de falsos moralismos. Seguiram-se vídeos de antigamente, a velha carrinha artilhada com a cama, a mesa, as alcofas, as merendas, as malas e tudo e todos que lá coubessem; os primos, pequenos e desdentádos; os irmãos, agora tios, outrora novos e com cabelo. Não podia faltar o bolo, réplica do original que cortaram em grande festa e terminaram com brinde, de braço cruzado como há 40 anos atrás. Uma data assim não se podia deixar passar em branco, orgulho-me não só de pertencer a esta família, como de ter ajudado a proporcionar aquela noite de memórias, orgulhos e saudades. O Oso tem razão, eu tenho muita sorte porque tenho uma família normal. Não é normal, porque nenhuma é, apenas é normal no seu conceito de normalidade, com as suas virtudes e os seus defeitos, como todas. Mas é sem dúvida consciente, verdadeira no sentimento e conceito de família e unida por aqui ter chegado em conjunto. Sim, é verdade, tenho muita sorte. Como diz o Paizinho: "a gente emociona-se e depois chora..."
Os meu pais são os melhores do mundo. E eu sei que todos dizem isto, mas eu posso mesmo dizê-lo confiante, porque eles são os melhores do mundo não só para nós, mas para todos e isso sim, faz a diferença.
2011 não foi só isto, mas terminou em festa, em família e isso já fez com que 2012 chegasse mais quentinho e aconchegado. E aqui estamos.
Diz-se sobre
Coisinhas do coração,
E recordar é viver..... :D,
Parabéns a vocês
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Thursday, December 29, 2011
Thursday, December 15, 2011
Algodão
Chama-se Projecto Algodão e o álbum dá pelo nome de Uma Falaciosa Noção de Intimidade, o que poderia bem ser o nome de um programa televisivo apresentado pelos Gato Fedorento. Mas não é. É antes um álbum que lá dentro tem músicas como esta:
É muito fora: do normal, do que ele próprio costuma cantar, do que estamos habituados a ouvir. Há duas ou três músicas que me ficaram no ouvido. Uma delas é esta e outra esta.
É bom poder conhecer.
É muito fora: do normal, do que ele próprio costuma cantar, do que estamos habituados a ouvir. Há duas ou três músicas que me ficaram no ouvido. Uma delas é esta e outra esta.
É bom poder conhecer.
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Música
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